O Futuro chegou! Já pensou em utilizar o Pix na sua farmácia?


O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, possibilita máxima agilidade e extrema segurança na realização de pagamentos e transferências de valores. Ele funciona permanentemente, sendo possível utilizá-lo a qualquer hora do dia ou da noite e em qualquer dia da semana, útil ou não.

Independente de maquininhas de cartão para funcionar, necessitando apenas da chave de segurança, de acesso à internet e de um smartphone para concluir a transação, o Pix foi recebido pelo mercado como uma ferramenta diferenciada e bastante funcional. Além de ser um meio de transferência de valores de pessoa para pessoa, ele também pode, deve e já vem sendo utilizado como forma de pagamento em comércios dos mais variados segmentos.

Com seu funcionamento contínuo, segurança oferecida, facilidade de operação e máxima agilidade, o Pix também pode ser uma excelente ferramenta para o seu comércio farmacêutico. A partir de agora cada vez mais pessoas vão utilizar o mecanismo em qualquer tipo de transação, por isso quem não se adequar a mais esta novidade pode acabar ficando pra trás. No comércio o Pix ainda oferece funcionalidades como pagamento por QR Code, onde o estabelecimento codifica um produto para facilitar a transação junto ao cliente.

Se você possui um empreendimento varejista de produtos farmacêuticos é fundamental avaliar a possibilidade de ter o Pix como uma forma de pagamento para os seus clientes. Fique atento!

Sistema Fecomércio MG lança a campanha “Eu curto o comércio de Minas”


A promoção visa incentivar o comércio local, incrementar a economia mineira no fim de ano e celebrar os 82 anos da Fecomércio MG

Em dezembro, a Fecomércio MG celebra 82 anos representando o comércio de bens, serviços e turismo no estado. Para contribuir com a recuperação das vendas e valorizar o setor terciário, o Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos Participantes lança a promoção “Eu curto o comércio de Minas”. A iniciativa, apoiada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é válida até o dia 26 de janeiro de 2021.

A promoção, foi aberta para todo o estado de Minas Gerais, e inclui diversos prêmios, como o sorteio de um carro Fiat Mobi Easy, uma moto Honda 110ic, vales-compra de R$ 500,00 e vales-hospedagem no Sesc em Minas.

Para concorrer aos prêmios, os clientes – pessoas físicas, acima de 18 anos e residentes em Minas Gerais – precisam fazer compras a partir de R$ 20,00 nas lojas participantes, representadas pela Fecomércio MG e Sindicatos Participantes. Depois disso, é preciso cadastrar o cupom com o CNPJ do estabelecimento no hotsite da promoção (www.eucurtoocomerciodeminas.com.br) ou pelo WhastApp, enviando uma mensagem para o número (31) 98391-5686.

O cadastro é único e pessoal, por isso, os participantes devem ficar atentos ao preenchimento dos seus dados (nome, CPF, data de nascimento, número de telefone fixo ou celular, e-mail, endereço completo) no hotsite da promoção. Para receber o “número da sorte”, o participante deverá informar o CNPJ da empresa, o número e data de emissão do cupom fiscal referente à compra realizada no valor mínimo de R$20,00. Essa quantia dá direito a um cupom da sorte.

Além disso, é imprescindível que o consumidor guarde o cupom fiscal referente ao “número da sorte”. Cada participante poderá realizar apenas um cadastro na promoção, pois a inscrição será identificada pelo número do CPF/MF do consumidor. No entanto, ele poderá cadastrar quantos cupons da sorte quiser, desde que adquira ao menos R$20,00 em compras nas lojas participantes.

A promoção contempla todos os produtos e serviços comercializados pelas empresas representadas pela Federação e Sindicatos Participantes, exceto aqueles vetados pelo artigo 10º do Decreto 70.951/1972. São eles: medicamentos, armas e munições, explosivos, fogos de artifício ou de estampido, bebidas alcoólicas, fumo e seus derivados. Caso o consumidor tenha adquirido algum desses produtos, ao cadastrar o seu cupom fiscal, ele deverá desconsiderar o valor destes itens.

O sorteio será realizado no dia 30 de janeiro de 2021, pelos critérios de extração da Loteria Federal, e o nome dos ganhadores será divulgado no hotsite da campanha. A promoção possui o certificado de autorização SECAP/ME Nº 04.011163/2020. Para mais informações, confira o regulamento e o FAQ da promoção disponíveis no www.eucurtoocomerciodeminas.com.br ou entre em contato pelo e-mail promocao@fecomerciomg.org.br.

Cadastro para empresas

Para aquecer as vendas e valorizar o comércio local, sua empresa ainda pode fazer o cadastro e participar da promoção “Eu curto o comércio de Minas”. Basta que seu estabelecimento seja representado pelos segmentos econômicos vinculados à Fecomércio MG e aos Sindicatos Participantes.

Acesse o hotsite da promoção (eucurtoocomerciodeminas.com.br), atualize o cadastro da sua empresa e faça parte dessa iniciativa. Os novos cadastrados podem ser feitos até o dia 26 de janeiro.

ATENÇÃO: Anvisa altera bulas de medicamentos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou Nota Técnica (NT) 60/20 que fornece orientações para alterar texto das bulas de medicamentos, em atendimento à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 406/20 sobre Boas Práticas de Farmacovigilância para detentores de registro de medicamentos.

Segundo a nota técnica, a RDC 406/20 alterou frases obrigatórias a respeito de reações adversas da bula do profissional de saúde, dispostas na RDC 47/09, que estabelece regras para elaboração, harmonização, atualização, publicação e disponibilização de bulas de medicamentos para pacientes e profissionais de saúde.

Reação adversa é qualquer resposta prejudicial ou indesejável, não intencional, a um medicamento, que ocorre nas doses usualmente empregadas para prevenção, diagnóstico, tratamento ou para a modificação de funções fisiológicas.

Publicada em 29 de julho deste ano, a RDC 406/20 entrou em vigor 90 dias após essa data. A nota técnica adequou o texto em relação ao prazo e procedimentos necessários para que sejam realizadas as alterações de bula.

Conforme instruções do Guia de Submissão Eletrônica de Bulas, as bulas devem ser notificadas, submetidas eletronicamente à Anvisa e ser disponibilizadas em até 180 dias após as atualizações, “devendo ser implementadas independentemente de manifestação prévia da Anvisa”.

O prazo para notificação de alteração de bulas deveria ser de 30 dias a partir da vigência da RDC 406/20. No entanto, segundo a NT 60/20, “considerando o caráter apenas recomendatório dos guias publicados pela Agência e a complexidade para alteração de texto de bula de todos os medicamentos regularizados perante a Anvisa, deliberou-se por aumentar o prazo para notificação de alteração de bulas para 180 dias, contados a partir da entrada em vigor da RDC 406/2020, para todos os medicamentos, independentemente de o medicamento possuir bula padrão ou não”. Já o prazo para disponibilização das bulas após tais atualizações permanece em 180 dias.

Por fim, o prazo para o esgotamento de estoque de bula previsto na nota técnica deve ser compreendido como o prazo de até 180 dias para se utilizar as bulas já produzidas e com o conteúdo ainda não atualizado na fabricação de lotes de medicamentos.

A Nota Técnica (NT) 60/20 pode ser consultada na íntegra no site da Anvisa.

Link nota técnica Anvisa: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/bulas-de-medicamentos-confira-as-orientacoes-para-alteracao/nota-tecnica-ggmon-e-ggmed.pdf

Fonte: https://www.ictq.com.br/assuntos-regulatorios/2391-atencao-anvisa-altera-bulas-de-medicamentos

A Cura para o mal? Medicamento contra o Alzheimer pode chegar ao Brasil já no primeiro semestre de 2022


O Alzheimer, doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória e outras importantes funções mentais, pode finalmente ter uma forma de tratamento eficaz e comprovada pela ciência. A Biogen, multinacional americana do ramo da biotecnologia, desenvolveu e submeteu à análise da Agência Reguladora de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), o medicamento Adanumabe, a mais nova arma contra a enfermidade.

Recentemente algumas palavras usadas pelo órgão regulador referindo-se ao novo medicamento causaram alvoroço na comunidade científica mundial. Segundo o parecer inicial divulgado pela agência, o Adanumabe já teria demonstrado evidências “excepcionalmente persuasivas” na luta contra o Alzheimer.

Agora a droga segue sendo analisada mais profundamente e se tudo correr conforme as melhores expectativas, e conforme os trâmites naturais do processo, dentro de aproximadamente um ano o medicamento já estaria disponível no mercado. Mais do que expectativa, o novo medicamento leva esperança às pessoas e familiares afetadas pelo Alzheimer, a causa mais frequente de demência entre as pessoas idosas.

Fonte:

https://guiadafarmacia.com.br/medicamento-da-biogen-contra-alzheimer-pode-chegar-ao-brasil-em-2022/https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,remedio-da-biogen-contra-alzheimer-pode-chegar-ao-brasil-em-meados-de-2022,70003534039

Mercado de Cosméticos não para de crescer no Brasil


Não é novidade pra ninguém que os brasileiros estão entre os povos mais vaidosos do mundo. O interesse em manter a boa aparência é algo cultural e que por aqui engloba todo tipo de pessoa: homens, mulheres, jovens e idosos. Todos estão sempre em busca de melhorar algum aspecto do seu corpo.

O mercado da beleza e de cuidados pessoais no Brasil, incluindo cosméticos para pele e cabelo, perfumes e produtos de higiene, é o segundo maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Como se não fosse o bastante, durante os meses de pandemia este mercado cresceu ainda mais.

Pensando nisso, muitas empreendimentos dedicados exclusivamente a este crescente mercado foram abertos e outros como farmácias reservaram um espaço próprio para a venda destes produtos. Mais do que oferecer qualidade e variedade, um grande diferencial neste momento pode ser disponibilizar um atendimento especializado, com um profissional que entenda do tema e que possa ajudar verdadeiramente os clientes na hora da compra.

Além disso não podemos esquecer que estamos na era digital e que as vendas online são uma realidade. Principalmente quando bem elaboradas, num ambiente virtual bonito e fácil de navegar, podem alcançar excelentes resultados e representar grande parte do lucro líquido do empreendimento.

Nesta época do ano, com a proximidade do verão, mais do que nunca as pessoas buscam adquirir, além dos artigos mais comumente procurados, aqueles produtos essenciais para a estação. Desta forma, este pode ser o momento ideal para você, empresário do ramo farmacêutico, aproveitar a oportunidade e investir em cosméticos e produtos de beleza. Tenha em suas prateleiras e no seu estoque aqueles itens de cosmética mais populares e que são tendências, você potencializará seus lucros e elevará o seu negócio a outro patamar!

Fonte: http://site.abcfarma.org.br/que-beleza/

TJMG desobriga empresas a se cadastrarem no programa “Crédito Solidário”


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) concedeu uma liminar que determina ao Município de Alfenas, na Região Sul de Minas, que desobrigue as empresas representadas pela Fecomércio MG e pelo Sincofarma Minas Gerais a se cadastrarem no programa “Crédito Solidário”. Publicada nesta quarta-feira (04/11), a decisão também não lhes impõe sanções de multa ou perda de alvará pela não adesão compulsória à iniciativa.

O relator da medida no TJMG, desembargador Alexandre Santiago, ressaltou que a parte reclamante comprovou, nos autos do processo, a existência de requisitos legais autorizadores da concessão da tutela de urgência. Além disso, os agravantes evidenciaram o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação até o julgamento do recurso, indo da aplicação de multas ao recolhimento compulsório de parcela dos rendimentos ou a suspensão do Alvará de Funcionamento.

Segundo o coordenador jurídico contencioso da Fecomércio MG, Rodrigo Ribeiro, as entidades não questionam o programa em si, nem tampouco contestaram o legítimo interesse do legislador municipal de mitigar os efeitos negativos da pandemia na população mais carente. “No entanto, a atuação do poder público deve sempre estar alinhada com a ordem jurídica vigente, o que não ocorreu no caso em questão ante a previsão de adesão compulsória pelas empresas”.

O especialista da Federação também ressalta que o caráter impositivo desse programa municipal viola garantias previstas na Lei de Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/2019), o pacto federativo e princípios constitucionais da livre iniciativa e livre concorrência. Instituído em abril deste ano, o “Crédito Solidário” pretende cadastrar estabelecimentos comerciais que cederão créditos em favor de famílias em situação de risco de segurança alimentar. A medida é válida enquanto estiverem vigentes os decretos em virtude da pandemia de Covid-19 em Alfenas.

Foto: Divulgação TJMG

Fonte: https://www.fecomerciomg.org.br/2020/11/tjmg-desobriga-empresas-a-se-cadastrarem-no-programa-credito-solidario/

PL em análise na câmara dos deputados propõe a suspensão do reajuste de preços de medicamentos em casos de pandemia


Durante a pandemia de Coronavírus muitos produtos tiveram seus preços ajustados para atender à demanda cada vez maior do mercado. Além de situações pontuais como esta, onde a lei da oferta e da procura impõe a elevação dos preços de diversos itens, também existe o reajuste anual no qual os fabricantes adequam os valores de seus produtos frente às variações do mercado.

Com o aparecimento e a proliferação da Covid-19 algumas situações novas surgiram e para superá-las muitos comerciantes tiveram de se reinventar para sobreviver a este momento atípico. Da mesma forma nossos legisladores se debruçaram sobre o tema para buscar adequações que pudessem amenizar situações como esta no futuro.

Sob esta ótica um Projeto de Lei, sob o número 5053/20, está em análise na Câmara dos Deputados. Ele propõe a suspensão do ajuste de preços de medicamentos em caso de pandemia ou situação de calamidade pública enquanto perdurar a situação.

Este é um tema extremamente relevante e algo que deve ser observado de perto e com muita atenção pelos varejistas de produtos farmacêuticos. Caso seja aprovado, o Projeto de Lei deverá impactar diretamente o mercado varejista de farmácias.

O Sincofarma está sempre atento a tudo o que acontece e que pode afetar o mercado de comércio varejista de produtos farmacêuticos de Minas Gerais. Conte conosco!

Fonte: https://www.cff.org.br/noticia.php?id=6072&titulo=Projeto+suspende+ajustes+de+pre%C3%A7os+de+medicamentos+em+casos+de+pandemia

Número de testes rápidos da Covid-19 em farmácias já supera a população de dez capitais


Já passa de 823 mil o número de testes rápidos da Covid-19 realizados no varejo farmacêutico brasileiro, segundo indicadores da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). “Esse volume é superior à população de dez capitais brasileiras, incluindo João Pessoa-PB (817.511), Aracaju-SE (664,9 mil) e Cuiabá-MT (618,1 mil), além de todo o estado de Roraima (631,2 mil)”, destaca o CEO da entidade, Sergio Mena Barreto.

A pesquisa completa pode ser conferida aqui. De acordo com o levantamento, 823.906 pacientes foram submetidos aos testes no período de 6 de maio a 27 de setembro, sendo que 118.726 (14%) apresentaram resultado positivo e 705.180 (86%), negativo. Os percentuais são os mesmos que foram registrados nos três estudos anteriores divulgados em setembro.

Ao todo, 2.049 farmácias estão ofertando o serviço. Mais da metade (1.096 – 53%) dos estabelecimentos está concentrada em São Paulo. Na sequência figuram Minas Gerais (274), Rio de Janeiro (108) e Ceará (92)

Casos por estado

O Amapá continua a ser o estado com maior percentual de casos positivos, o equivalente a 28% dos 1.507 testes. Outros oito estados também registram índices de pessoas infectadas acima de 20% – Amazonas (26% de 9.032), Ceará (25% de 27.230), Paraíba (25% de 4.989), Acre (25% de 632), Pará (22% de 15.530), Bahia (22% de 9.670), Rondônia (21% de 803) e Rio de Janeiro (20% de 41.380 testes).

Os menores índices de pessoas que tiveram contato com o vírus está em Santa Catarina (9% de 12.953 testes) e no Rio Grande do Sul (10% de 61.182).

Fonte: Saúde Business

Produtos liberados para venda em farmácia


Expor e comercializar mercadorias não permitidas ao comércio farmacêutico no ponto de vendas (PDV), pode ser considerado uma irregularidade gravíssima, por isso, saber quais são os produtos liberados para venda em farmácia é indispensável para as empresas do ramo.

Nós, da MyPharma, buscamos facilitar sempre mais a vida de gestores e farmacêuticos de farmácias e drogarias. Então, preparamos este artigo listando quais produtos podem ser disponibilizados ao consumo ou expostos à venda nos PDVs.

Vamos descobrir o que tem na farmácia de fato?

Produtos de conveniência em farmácias

Em primeiro lugar, farmácias drogarias são estabelecimentos que prestam serviços de saúde à sociedade e, de acordo com a legislação sanitária federal, são autorizadas a vender medicamentosinsumos farmacêuticos e correlatos.

E sobre os produtos de conveniência em farmácias?

Nosso grande ponto-chave para esta questão tem como base a Lei nº 5.991/73, que conceitua e apresenta o termo “drugstore“: “estabelecimentos que, mediante autosserviço ou não, comercializa diversas mercadorias, com ênfase para aquelas de primeira necessidade, dentre as quais alimentos em geral, produtos de higiene e limpeza e apetrechos domésticos, podendo funcionar em qualquer período do dia e da noite, inclusive nos domingos e feriados”.

Atualmente, drugstore é considerado um modelo de farmácia à parte dos formatos: convencionalpopularmisto online. Nele, é possível sim que o consumidor encontre produtos de conveniência e diversos outros produtos liberados para venda em farmácia. 

Com isso, através da lei federal, respondemos, então, que não há proibição ao comércio de outros produtos, de natureza diferente da farmacêutica, em estabelecimentos farma.

No entanto, lembre-se: produtos de conveniência em farmácia podem agregar o ticket médio, mas não dá para extrapolar!

Por exemplo:

Pode vender refrigerante em farmácia?

Sim! Desde que o produto esteja devidamente regular junto à Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa), por meio de registro ou notificação.

Além disso, através da Instrução Normativa (IN) nº 09/09, a Anvisa estabeleceu a relação dos produtos permitidos para dispensação e comercialização em farmácias e drogarias. Falaremos sobre a IN mais abaixo.

Por hora, nossa dica é: acima de tudo, esteja sempre informado(a) acerca das atualizações relacionadas ao tema “produtos de conveniência em farmácias”.

Produtos correlatos na farmácia

Como mencionamos acima, além de medicamentos e insumos farmacêuticos, farmácias e drogarias também podem comercializar correlatos e alguns alimentos — seguindo as normas da Anvisa.

Então, por exemplo: termômetros; testes glicêmicos; cosméticos; artigos de higiene pessoal e perfumes; alimentos para fins especiais; produtos para saúde; plantas medicinais; chás naturais e drogas vegetais são uma pequena parte dos produtos correlatos que estão autorizados a serem vendidos em farmácias.

No Brasil, o que regula e determina quais correlatos podem ser comercializados em farmácias e drogarias é a Instrução Normativa (IN) nº 09/09.

Nessa legislação, além dos medicamentos, é permitida a comercialização de outros produtos, desde que estejam devidamente regulares junto à Anvisa.

Para facilitar o alcance, dispomos abaixo os correlatos permitidos e proibidos para venda em farmácias e drogarias. Confira!

Segundo a Instrução Normativa (IN) nº 09/09 os produtos liberados para venda em farmácia são:

  • É permitida, às farmácias e drogarias, a comercialização de medicamentos, plantas medicinais, drogas vegetais, cosméticos, perfumes, produtos de higiene pessoal, produtos médicos e para diagnóstico in vitro.
  • A dispensação de plantas medicinais é privativa de farmácias e ervanarias, observados o acondicionamento adequado e a classificação botânica. 
  • Entre os produtos médicos, é permitida a comercialização daqueles que tenham possibilidade de utilização por leigos em ambientes domésticos, conforme especificação definida em concordância com o registro do produto junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 
  • Entre os produtos para diagnóstico in vitro, é permitida a comercialização apenas dos produtos para autoteste, destinados à utilização por leigos. 
  • Também fica permitida a comercialização de mamadeiras, chupetas, bicos e protetores de mamilos, observando-se a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006, e os regulamentos que compõem a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Protetores de Mamilo (NBCAL); lixas de unha, alicates, cortadores de unhas, palitos de unha, afastadores de cutícula; pentes, escovas; toucas para banho; lâminas para barbear e barbeadores; brincos estéreis, desde que o estabelecimento preste o serviço de perfuração de lóbulo auricular; e essências florais empregadas na floralterapia. 
  • Não é permitida a venda de piercings e brincos comuns não utilizados no serviço de perfuração de lóbulo auricular. 
  • É vedado, ainda, o comércio de lentes de grau, exceto quando não houver, no município, estabelecimento específico para este fim, conforme legislação vigente.

Pode vender alimentos em farmácia?

Os alimentos com comercialização permitida pela Anvisa dentro de farmácias são os voltados para fins especiais.

Em suma, podem ser comercializado nos PDVs:

  • Alimentos para dietas com restrição ou ingestão controlada de nutrientes;
  • Alimentos para grupos populacionais específicos (lactentes, crianças, gestantes, idosos);
  • Suplementos alimentares;
  • Substâncias bioativas com alegações de propriedades funcionais e/ou de saúde;
  • Probióticos com alegações de propriedades funcionais e/ou de saúde;
  • Alimentos com alegações de propriedade funcional e/ou de saúde e novos alimentos.

Vale reforçar que os produtos citados somente podem ser comercializados quando em formas de apresentação não convencionais de alimentos, tais como comprimidos, tabletes, drágeas, cápsulas, sachês ou similares.

Além disso, também é permitida a comercialização de:

  • Chás;
  • Mel;
  • Própolis;
  • Geleia real.

Para os alimentos permitidos, fica também a regra de que só podem ser comercializados se estiverem regularizados junto à Anvisa.

E ainda, quanto à identificação dos alimentos cuja comercialização é permitida, pode ser baseada nas informações contidas no rótulo, referente à finalidade a que se destinam, conforme legislação específica.

Produtos liberados para venda em farmácia: perguntas e respostas

O que pode e o que não pode vender em drogaria ou farmácia?

Pode vender óculos em farmácia?

Será que pode vender óculos de grau em farmácia?

Conforme regula a IN nº 09/09: “é vedado o comércio de lentes de grau, exceto quando não houver, no município, estabelecimento específico para este fim, conforme legislação vigente.”

Pode vender chocolate em farmácia?

O chocolate entra na categoria alimento e produto de conveniência. Então sim, é permitida a venda. No entanto, é obrigatório que o produto esteja devidamente regular junto à Anvisa por meio de registro ou notificação.

Pode vender inseticida em farmácia?

Não é permitida a venda de inseticidas em farmácias ou drogarias.

Pode vender chinelo em farmácia?

Não é permitida a vender chinelos convencionais em farmácias ou drogarias.

Pode vender doce em farmácia?

E doce? Pode vender em farmácia?

Doces como, por exemplo, mel e geleia real são permitidos. Demais doces, por exemplo: balas convencionais; chicletes; gomas de mascar, etc. entram na categoria alimento e produto de conveniência cuja venda é permitida. No entanto, desde que o produto esteja devidamente regular junto à Anvisa por meio de registro ou notificação.

Pode vender sorvete em farmácia?

E sorvete?

Sorvetes entram na categoria alimento e produto de conveniência. Então sim, pode vender sorvete em farmácia. No entanto, é obrigatório que os produtos estejam devidamente regulares junto à Anvisa por meio de registro ou notificação.

Pode vender pilha em farmácia?

Sim, pode vender pilha em farmácia.

Pilhas entram na categoria produtos de conveniência. Portanto, é obrigatório que os produtos estejam devidamente regulares junto à Anvisa por meio de registro ou notificação.

Farmácia pode vender brinquedos?

A categoria “brinquedo” é relativa. Por exemplo: existem bicos, chupetas e mordedores em formato de brinquedo, cuja comercialização é permitida em farmácia de acordo com a IN nº 09/09. 

Se os brinquedos não pertencerem a origem mencionada acima, a farmácia não pode vender estes brinquedos.

Drogaria pode vender medicamento manipulado?

Somente farmácias podem vendem medicamentos manipulados.

Drogarias comuns, sem CNAE de farmácia de manipulação e devidas autorizações, não podem vender medicamentos manipulados.

Conclusão

Como já comentamos, há uma série de itens que não correspondem às categorias “medicamentos e insumos farmacêuticos”, mas que são produtos liberados para venda em farmácia e drogaria e geram bons rendimentos ao ticket médio dos PDVs. Sobretudo os itens de conveniência.

No entanto, é necessário enfatizar que esses estabelecimentos são específicos para fins de saúde, então, tal como seus gestores e farmacêuticos, devem se atentar para que o foco dos produtos comercializados seja o de assegurar a assistência terapêutica integral e a promoção, a proteção e a recuperação da saúde dos consumidores.

Fonte: MyPharma

8 dicas para implementar um e-commerce farmacêutico


A internet é um meio que facilita as compras, inclusive de medicamentos. Aproveitando esse veículo, as farmácias estão investindo cada vez mais na modalidade de e-commerce farmacêutico. Mas, para implementar esse novo conceito de vendas, é preciso seguir algumas regras. Assim como no estabelecimento físico, o e-commerce para farmácia de manipulação também segue normas de segurança.

Entre elas, a presença do farmacêutico responsável durante o horário de funcionamento é imprescindível. Somente ele poderá realizar a liberação de medicamentos, tanto pela internet como por outros meios remotos. No caso do e-commerce, o pedido é realizado através do próprio site do estabelecimento ou rede.

Além disso, é necessário que o domínio seja “.com.br”, com as seguintes informações na página principal:

  • Nome fantasia e razão social, com endereço, CNPJ, telefone e horário de funcionamento;
  • Nome e número da inscrição do farmacêutico responsável, conforme o Conselho do Farmacêutico Responsável Técnico;
  • Alvará Sanitário ou Licença de acordo com a legislação vigente e expedido pela Vigilância Sanitária;
  • Autorização de funcionamento pela Anvisa;
  • Entre outros.

COMO FUNCIONA A OPERAÇÃO LOGÍSTICA DE E-COMMERCE FARMACÊUTICO?

A operação logística de ecommerce farmacêutico precisa de planejamento, já que toda a rentabilidade do negócio depende dela. Como são muitos os produtos à venda, é preciso se atentar desde o armazenamento até a entrega segura ao cliente. O que demanda uma boa gestão da farmácia de manipulação, assim como a participação de diversos setores da farmácia. Entre eles, marketing, equipe de vendas online, gestão do estoque, atendimento ao cliente, entre outras. Todos trabalhando em sintonia para que o cliente tenha uma ótima experiência na compra do seu manipulado.

Além disso, é preciso ter cuidado com o mix de produtos, o que inclui os medicamentos químicos e os que requerem refrigeração, além de cosméticos e outros. Ou seja, alguns necessitam de um envio especial e com muito cuidado. Além de se atentar ao tipo ideal de envio, outro ponto importante é o prazo de entrega. O e-commerce para farmácia de manipulação precisa disponibilizar informações precisas sobre esse serviço ao cliente.

Esse fator merece muita atenção, já que se trata de medicamentos e o cliente precisa deles imediatamente. Além disso, devido à quantidade de produtos, se torna complexo manter um estoque disponível para todos os medicamentos.

Dentro da operação logística de e-commerce farmacêutico, é preciso se atentar também ao controle de vendas de alguns produtos. Ou seja, muitos medicamentos necessitam da apresentação de receita, enquanto outros não estão liberados à venda.

Como você viu, o papel da logística para farmácia online é muito importante. E para alcançar o sucesso, você pode contar com uma plataforma inteligente nesse processo logístico. Ou seja, para facilitar o comércio eletrônico, essa plataforma deve trabalhar com determinados pontos.

As dicas e orientações abaixo, sobre como implementar o e-commerce para farmácia de manipulação, foram reunidas pelo farmacêutico Luis Fernando Brum, durante apresentação na Consulfarma 2019:

1. REGULAMENTAÇÃO

Considere as leis e regulamentações da Anvisa para vendas online. Como o Fernando explicou, a divulgação online da farmácia é um atendimento remoto para prescrições regulado pela RDC nº 44/09.  Essas regras devem ser adotadas em qualquer meio comunicativo online, entre elas, as redes sociais para farmácia. É fundamental o envio ou retenção de receita, atuação de um farmacêutico, entre outros pontos. É possível ter um e-commerce, basta entender e seguir as normas. Como vantagem, é possível construir credibilidade para a sua farmácia.

2. PLATAFORMA DE E-COMMERCE

Ela precisa atender as necessidades do seu e-commerce, oferecendo segurança e fácil navegação aos clientes. Dessa forma, considere ferramentas importantes, como busca inteligente para produtos, opções variadas de pagamento, entre outras. Ademais, escolha plataformas que sejam responsivas, ou seja, uma página online que se adapta ao dispositivo móvel usado pelo usuário. Isso significa que ele pode realizar todas as ações feitas no site acessado pelo computador, assim como no celular.

3. UPLOAD DE RECEITAS MÉDICAS

No caso de produtos com venda controlada, a sua plataforma deve contar com um upload no carrinho de compras. Assim, o cliente poderá enviar a receita para que a sua equipe faça a conferência da mesma. Esse processo é fundamental para realizar a venda do produto farmacêutico e torná-lo o mais prático e fácil, agilizando a venda. Assim como se aproxima desse público que prefere realizar suas compras online.

Quando a logística para farmácias com vendas online é bem planejada, o negócio se torna mais rentável.

4. MULTI CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

Antes de colocar no ar o e-commerce farmacêutico, é preciso planejamento. Para tornar esse canal de vendas eficiente, os centros de distribuição devem estar coordenados, cada um com a sua agenda de distribuição e seus pedidos direcionados. Aliás, a implementação de um centro de distribuição permite aumentar o seu mix de produtos e ter um estoque maior, além de atender rapidamente o cliente. Outra opção, caso seja possível, é oferecer a retirada dos produtos em diferentes unidades.

5. ENTREGA EXPRESSA

Uma plataforma inteligente para o comércio eletrônico deve conseguir trabalhar com entrega expressa. A sua farmácia online pode investir em:

  • Motoboy: para atender clientes próximos;
  • Correios ou transportadora tradicional: para atender clientes mais distantes;
  • Transporte especial: para produtos que necessitam de refrigeração.

Deixe visível no seu e-commerce quais são os tipos de entrega, regiões atendidas e quais são os prazos de entrega. Não deixe essas informações ao fim da venda, pois isso pode tornar a experiência com o cliente negativa e este perde o interesse em visitar novamente sua página web.

6. PROGRAMA DE FIDELIDADE

fidelização dos clientes é de grande importância para todos os nichos, inclusive para uma farmácia virtual. Para isso, ofereça ofertas inteligentes, com promoções de acordo com o perfil do seu cliente. Assim como ofereça descontos para quem assinar sua newsletter, por exemplo. Além disso, apresente as vantagens de optar pela compra online. Dessa forma, você fortalece o seu e-commerce farmacêutico. Outro item que contribui em fidelizar clientes é a opção da compra programada, para o caso de produtos de uso mensal.

7. ATENDIMENTO AO CLIENTE

Sobretudo, é importante que a sua página online de e-commerce evidencie para o cliente que o atendimento é sempre feito por um farmacêutico. Essa regra é fundamental para seguir as normas determinadas pelo órgão fiscalizador, assim como para garantir a segurança e confiabilidade nos dados trocados com o cliente. Se a sua farmácia oferece atendimento pelo WhatsApp, também evidencie essa informação.

8. ASSEGURAR INFORMAÇÃO AO CLIENTE

É imprescindível que o cliente receba todas as informações sobre os produtos disponibilizados no e-commerce farmacêutico. Ou seja, isso é diferente de fazer propaganda ou publicidade sobre um produto, o que é proibido pela Anvisa. A regulação sobre esse tema é o RDC Anvisa nº 96/08, no qual está determinado o que pode e não pode no marketing da farmácia magistral. Dessa maneira, o farmacêutico pode apresentar dados e publicações científicas para o conhecimento do seu leitor ou do profissional da saúde. Tudo fiel à literatura do produto apresentado no e-commerce farmacêutico.

O CRESCIMENTO DO E-COMMERCE FARMACÊUTICO E SEUS BENEFÍCIOS

O setor farmacêutico está investindo cada vez mais no e-commerce, uma modalidade que cresce cada dia mais. Com o e-commerce para farmácia de manipulação, é possível atingir diferentes clientes e aumentar as vendas. Esse é um setor que se torna positivo tanto para as farmácias quanto para os clientes.

Através das vendas online, pode-se obter um leque maior de novas categorias de vendas, diferente do que ocorre em lojas físicas. Além de medicamentos, os clientes encontram produtos de higiene, beleza, artigos para bebês, fitness, ortopédicos e cosméticos. E por meio dos produtos não medicamentosos, as farmácias conseguem obter uma renda maior, além de novas parcerias com fabricantes.

E todos saem ganhando, uma vez que os clientes também possuem benefícios, já que podem encontrar tudo o que precisam em um só lugar. Esse poder de visualização abre espaço para novos clientes, que encontram descontos e preços mais atrativos pela internet. Como destaque, a comodidade de comprar e receber os produtos no conforto do seu lar e em curto prazo de entrega.

Todos esses pontos têm sido rentável para ambos os lados, o que torna o e-commerce farmacêutico uma excelente opção.

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Referências: Mundo do MarketingVTEXSebraeDigitalksE-commerce News e ERPFlex.

Fonte: Purifarma